O nº 2 do ranking mundial de tênis,
o Britânico Andy Murray, não quis nem saber quem era o cara que arrebentou nas
oitavas de final ao aplicar uma bicicleta no Tomas Berdych, 6-0, 6-0. Ele atropelou
o Tcheco David Goffin por 6-1, 7-5 em 1 hora e 34 minutos. Amanhã com jogo previsto para as 9:00 horas, Murray
vai enfrentar o Francês Lucas Pouille que chegou à semifinal numa trajetória um
tanto esquisita. Ele começou a competição participando do qualifyng (espécie de
torneio inicio), foi desclassificado.
Com a desistência do Frances Jo-Wilfried
Tsonga, ele voltou à competição e enfrentou o cabeça de chave David Ferrer, ele
eliminou o Espanhol, a sorte continuava a seu favor. Porem, mais coisas ainda
estava por vir, o Argentino Juan Monaco que havia eliminado o Wawrinka por dois
sets a um, e seria o adversário de Pouille, se contundiu e a vaga à semifinal
caiu no colo do Frances. Será que vem mais surpresas por aí?. Esporte nunca foi
e nunca será o que chamamos de ciência exata.
È parece que vencer o Servio nº 1
Novak Djokovic vai se tornando uma tarefa cada vez mais difícil no circuito
mundial de tênis. Mesmo jogando no seu piso predileto, o saibro, o Espanhol
Rafael Nadal não conseguiu segurar a fera. O Nadal provavelmente assistiu o
jogo de Bellucci com Djokovic e tentou fazer o mesmo, agredir com bolas rápidas
e profundas o Sérvio, mas não deu certo, hoje Djokovic é de longe a melhor
devolução de saque, tudo que vem volta, e aí não tem cabeça que segura, tem
sido assim desde 2014. Ao final deu Novak dois sets a zero com parciais: 7-5, 7-6
(com 7-4 no tie-break).
No último jogo desta sexta feira, o Japonês Kei Nishikori
derrotou o Austríaco Domenic Thiem por
dois sets a zero com parciais: 6-3, 7-5, e será mais uma fez o adversário de
Djokovic, repetindo a semifinal de Madrid.

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